E-COMMERCE BRASILEIRO: Segundo semestre de 2021 deve ser o maior de todos os tempos

Que o setor de e-commerce vem crescendo exponencialmente nos úlimos anos, não é novidade para ninguém, certo? Certo. mas, antes da Pandemia, ainda era possível econtrar pessoas que preferiam ir até a loja, até um shopping ou um centro comercial, e ver o produto com as mãos, tocar nele, conversar com o vendedor, enfim, bater um pouco de perna.


O segundo ano de pandemia trouxe a consolidação de uma série de mudanças ocorridas na nossa sociedade, e como já dei um spoiler para vocês no título do post...principalmente no setor do varejo eletrônico.

O ano de 2021 entra em seu segundo semestre com previsões otimistas para o setor, é o que o diz o estudo da Neotrust, baseado no balanço do setor no primeiro semestre de 2021, e os números são impressionantes.


Com a campaha de vacinação antingindo índices cada vez maiores, mesmo que a passos pequenos, a retomada do consumo já é uma realidade, porém, este consumo é diferente do que ele era em 2019, e acreditem, totalmente diferente do ano de 2020. Vamos lá:


No primeiro semestre deste ano, foram registrados 164,2 milhões de pedidos, esse número é bem maior do que o mesmo período do ano passado. Os seis primeiros meses do ano de 2021 já bateram o recorde de consumo através de e-commerce, foram R$ 74,7 bilhões de reais, número 37,6% maior do que no primeiro semestre do ano passado, onde este número ficou em torno de R$ 54,3 bi.



Todos esses números só refletem a consolidação absoluta do consumo em casa, onde as pessoas aprenderam a apreciar essa conveniência e facilidade, o que motiva a indústria a seguir nessa espécie de 'corrida do ouro' do e-commerce, e é claro que isso tem impactos positivos para a economia do Brasi como um todo. Segundo o BC, o consumo pós pandemia deve alavancar o PIB Brasileiro em 4% até o final do ano. O consumo digital movimenta a indústria, gera empregos - ainda que muitos de uma forma informal, e isso é bom para o País.

Graças a todo crescimento, alguns players da indústria do e-commerce estão se preparando para conquistar a última fronteira da conveniência, um dos últimos redutos do varejo tradicional, a venda de produtos frescos e perecíveis. Mas isso, é uma 'fronteira' a ser conquistada no próximo post. Ate lá!


Thomas Santos Agência Conecto

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